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terça-feira, 28 de agosto de 2012

A escola dos Annales (1929-1985) - A revolução francesa da historiografia


O livro A escola dos Annales – A revolução francesa da historiografia – é um estudo crítico desse movimento intelectual francês, tendo se destacado por usos de métodos das Ciências Sociais à História. 

            Esse movimento se constitui em três gerações de historiadores e na primeira geração temos os trabalhos e críticas dos seus fundadores Lucien Febvre e Marc Bloch. Em suas críticas o elemento principal, a mudança da historiografia tradicional, passando a apresentar novos conhecimentos para a história. Febvre em seus trabalhos introduziu a geografia, iniciando assim a geografia histórica. Bloch também nutria interesse pela geografia histórica, mas seus trabalhos se concentravam na política contemporânea e seus estudos medievais.  Eles acreditavam que a história deveria ser concebida de forma multidisciplinar, fazendo uso da arqueologia, paleontologia e da sociologia por parte de Bloch.

            Na segunda geração denominamos a “Era Braudel”, pois era a figura intelectual dominante e foi o grande pupilo de Febvre. Sua grande obra foi “O mediterrâneo”, escrito nas prisões da segunda Guerra Mundial. Nesse livro podemos conferir suas analises sobre o tempo, a relação do homem com o tempo, a história econômica, social e política e a história dos acontecimentos. É com essa geração que apresenta novos métodos históricos como: história serial, longa duração e principalmente estrutura e conjuntura.

            A terceira geração compreende grandes nomes do nosso cenário atual na História, vale citar seu principal representante Jacques Le Goff. Essa geração ficou conhecida como a “Nova História”. Segundo esse movimento, toda atividade humana é considerada história
 Leitura iniciada em 30/07/2012 e terminada em 10/08/2012, o livro contêm 172 páginas.

quinta-feira, 9 de agosto de 2012

A bolsa amarela - Lygia Bojunga


            Viver a infância é a condição necessária para avançar às outras etapas do desenvolvimento de forma sadia. É nesse primeiro estágio que fantasiamos um mundo só nosso onde a principal regra é a imaginação. Lygia Bojunga nos mostra através da personagem Raquel o universo da infância. Nesse espaço nossa protagonista busca viver este momento pondo em prática toda sua criatividade. Porém, um antagonista, o universo adulto, parece querer frustrar sua inocente tentativa de fantasiar sua realidade.

            E esse conflito aumenta quando três vontades de Raquel (a vontade de ser escritora, de ser gente grande e de ter nascido menino) começam a crescer de formar que ela se vê desesperada em externá-las. A vontade de escrever sobressai sob as outras e Raquel deixa-se levar saindo escrevendo histórias mirabolantes. Um dia uma de suas irmãs descobre suas histórias, repassa para os outros membros da família e sua casa vira um verdadeiro fuzuê. Sua família começa a encher sua paciência por causa de suas histórias por não ter nem pé nem cabeça e isso a deixa extremamente chateada porque ninguém gosta de suas histórias, por isso ela resolve que não vai mais escrever. E o resultada dessa confusão toda é que ela acha a vida adulta melhor por ninguém fica pegando no seu pé.
 
            Outro episódio que alimenta a vontade der ser grande é quando uma tia manda uma caixa recheada de presentes e que nenhuma dessas coisas sobre para ela. E quando pergunta por que não poderia ficar com alguma coisa logo respondem que não tem nada para criança. Porém, só que dessa vez ela tem uma grande surpresa. Uma bolsa amarela é rejeitada por todos e é oferecida para Raquel.
            Esse presente transforma toda sua vida. Agora ela poderia colocar qualquer coisa em sua nova bolsa e ela vê a oportunidade para esconder suas vontades para que ninguém as descobrisse. Com ela também novos personagens vão aparecendo ao decorrer da história. Essas amizades ensinam como transformar a relação com sua família de forma a melhorar a relação com todos.  A principal lição é a que crescer não é um bicho de sete cabeças e que é possível conciliar estes universos de forma harmônica.
 Leitura iniciada em 26/07/2012 e terminada em 30/07/2012, o livro contêm 135 páginas.
                       
           
           

sábado, 28 de julho de 2012

Alexandre, O grande


                O livro escolhido dessa vez é a biografia de uma figura muito importante para o mundo antigo, Alexandre, O grande. Quem escreve esse apaixonado texto é o grego Plutarco, um renomado biógrafo e uma personalidade de grande relevância para o mundo grego.

Desde seu nascimento o autor mostra a grandiosidade dessa pessoa, onde mostra uma origem mitológica em que Alexandre tem uma descendência divina, pois meses antes sua mãe sonha que estando deitada em sua cama vê um raio acerta-la em suas partes dai o entendimento do sonho de que fora o próprio Zeus que fecundara sua mãe.
Na infância mostra uma personalidade indomável percebendo isso trataram para que fosse educado pelo maior dos filósofos de seu tempo, Aristóteles.  O episódio mais famoso de sua criancice foi na ocasião em que presentearam a seu pai o rei Felipe com um belo alazão. O problema foi que nem Felipe e seus generais conseguiam amansar o animal, Alexandre vendo o insucesso deles desafia o pai que conseguiria domar o equino e se perdesse pagaria o preço do animal.   
 
Na mocidade Alexandre demonstra uma sede por glória, queixa-se com seu pai que se ele tomasse todas as glórias o que sobraria para Alexandre? O pai responde que ele tome um exército e que se pusesse atrás de suas próprias glórias. Infelizmente aos seus 23 anos de idade Alexandre tem seu pai assassinado, essa tragédia foi um baque para ele e também um alvoroço porque o acusavam de traição.
Quando Alexandre assume ao posto de rei da Macedônia percebe a oportunidade que tanto esperava, levar seu nome ao mundo para que todos soubessem que era este grego. Alexandre põe em prática aos planos de Felipe que era a expansão dos domínios macedônicos. Após assegurar-ser a liga de Corinto mantinha a dominação sobre o mundo grego ele parte para o Egito, os egípcios eram o principal comerciante de trigo no mundo antigo e sua dominação seria uma fonte de rendimentos para suas expedições e lá ele funda a cidade Alexandria. Com essa parte do mundo segura sobre seus domínios Alexandre parte para a demanda da sua vida, o domínio do mundo persa. 

O livro não retrata tão bem os feitos de Alexandre se prendendo mais as sua personalidade, como rei e como homem. O fato é que muitos o admiravam e grande e um exemplo é a passagem: ”Sua pele era perfumada, exalando-se-lhe da boca e de todo o corpo um odor agradável, que lhe perfumava a roupa”.  É estranho ler passagens como essa, pois não sabemos como os gregos admiravam seus ídolos. Plucarto nos apresentam um Alexandre perfeito, divino sem quase nenhum defeito. É notável que apesar de toda sua inteligência e sabedoria ele não era imune a sua humanidade egoísta, egocêntrica, narcisista e além de tudo ele era rei.
 Leitura iniciada em 22/07/2012 e terminada em 26/07/2012, o livro possui 164 páginas.

terça-feira, 24 de julho de 2012

A batalha do apocalipse


Nosso cenário literário de fantasia a cada dia cresce mais e hoje eu tenho a maior satisfação de postar aqui um pequeno relato deste maravilhoso livro que eu li pela segunda vez.  E aos amantes dessa literatura tem por obrigação de ler além de fantástico temos que apoiar nossos autores nacionais e mostrar para o mundo que os brasileiros também sabem fazer esse tipo de história.
Nessa historiar recheada de tramas e conspirações e no meio desse furacão está nosso herói, Ablon , O primeiro general. E em meio a uma guerra celestial que os humanos nem fazem ideia que exista e que são o foco desse embate que acontece em um mundo que eles não podem ver o general luta para preservar a vida humana.
            O primeiro general cansando do governo ditatorial do príncipe dos anjos e regente, o arcanjo Miguel. Insita uma conspiração para destrona-lo e por fim ao seu governo tirano só não contava com a traição de um grande aliado que poderia fazer toda a diferença para os objetivos dos revoltosos.
            Expulso do cenário angélico Ablon  é condenado a viver na Terra e sem nenhum contato com os assuntos que desrespeita ao céu. Tendo como martírio a vida terrena ele acaba por se transformar em uma grande testemunha da vida mundana e com isso descobre que também é suscetível aos sentimentos humanos que antes pensará ser imune. 





Leitura iniciada em 18/05/2012 e terminada em  22/07/2012, o livro possui 586 páginas.

sábado, 10 de março de 2012

O grande massacre de gatos


            Entender a mentalidade de gerações muito antigas é uma tarefa árdua e delicada. O anacronismo é o leão faminto que ronda trabalhos deste tipo, fora todo nosso aparato cultural que pode influenciar bastante nessas releituras.
            Esse livro é um grande ensaio, onde o autor nos transporta para a França do antigo regime no século XVI e XVIII, onde busca uma maneira de nos inserir nas mentalidades, medos e anseios das classes populares dessa época.
            O título dessa obra refere-se a um episódio que aconteceu em uma gráfica, em que todos os funcionários, que não levavam uma vida fácil e viviam em condições inferiores aos gatos de seus patrões se revoltaram com essa situação humilhante e exterminaram grande parte desses animais que viviam nos arredores do local de trabalho e inclusive os gatos preferidos de seus patrões.
 Graças à boa sorte desses infelizes funcionários não existia o Green Peace, se não eles estariam muito lascados. Bem, como eu havia dito antes não cabe a nós julgarmos esse comportamento, por estarmos em muitos anos de transformações culturais e sociais à frente dessa sociedade, podemos sim fazer uma tentativa de compreensão desse código social, apesar de muitas vezes frustrante.




Leitura iniciada dia 15/02/2012 e terminada em 03/03/2012, o livro possui 364 páginas.

sexta-feira, 17 de fevereiro de 2012

A crônica do matador do rei: Primeiro dia - O nome do vento

   Eu encontrei nesse texto uma leitura apaixonante e estimulante e estou até agora inebriado por sua história. O que mais me chamou a atenção foi a personalidade do protagonista e seu envolvimento com uma donzela, e me identifiquei com essa questão do primeiro amor.
   O nome do vento é apenas um dos livros da trilogia “A crônica do matador de reis”, e o título desse primeiro livro é um dos objetivos da personagem, se você ler irá descobrir.
   Nossa trama é a vida da nossa protagonista Kvothe, iniciadada pela enumeração dos vários títulos que possui, e por alguma razão resolve se tornar proprietário e administrador da taberna Marco do percurso em uma pequena cidade e adota um rapaz chamado Bast, como seu discípulo. Porém sua pequena paz é interrompida com a chegada de um famoso cronista que chega a sua taberna afim de escrever a história do homem mais famoso de todos os tempos. Apreensivo pela oportunidade Kvothe acaba cedendo aos apelos do cronista, mas impõe a condição de contá-la em apenas três dias.
Iniciada, Kvothe narra uma pequena parte da sua infância enquanto vive em meio a trupe de seus pais e nessa condição de viajantes eles empregam um professor que acaba preparando Kvothe para a Universidade, por fim chega ao trágico assassinato de todos da trupe inclusive seus pais. Logo em seguida, parte para seus mais duros três anos de vida sob a condição de mendigo na cidade de Tarbean. Após esses anos miseráveis ele é admitido na Universidade que é quando sua sorte começa a melhorar e tomar os rumos para seu grande futuro.
   A leitura é muito mais abrangente que essas humildes palavras. Este foi o livro que mais me impressionou nessa categoria de fantasia que li neste ano. Recomendo a todos porquê quem gosta tenho a certeza de que vai agradar

Leitura iniciada em 25/01/2012 e finalizada em 15/02/2012, o livo contêm 656 páginas.

  

quinta-feira, 26 de janeiro de 2012

Guia politicamente incorreto da América Latina

O “Guia politicamente incorreto da América Latina”, é uma tentativa de mostrar outra face da história, de grandes figuras políticas, que muitos tentam encobrir por não se orgulharem.
Essas “Figuras políticas” são tidas como grandes heróis e bem feitoras para a comunidade onde viveram tornando-se ídolos para o mundo. Pela visão do autor, muitos que enalteceram esses ícones acabam forjando uma personalidade benévola, capaz de grandes bens para a humanidade, fugindo e muito do que eles realmente foram quando vivos.
Quero citar apenas dois nomes que muito me atrai sua leitura (não que eu aprecie o que eles fizeram e foram.). O primeiro é Ernesto Che Guevara, que no ano passado tive uma palestra com um de seus assessores na faculdade em que estudo. E tal senhor me falou muito bem de Che, e me pareceu uma pessoa realmente devota ao bem da população. O livro foi um balde de água fria, rapaz, o Che foi um mostro isso sim. E sua revolução se mostrou as avessas, transformando o país em um caos. O segundo senhor foi Juan Domingos Perón, essa pessoa eu já tinha estuda em uma matéria na faculdade e sabia que ele não batia bem da cabeça. E eu te falo se ele era doido, quem o elegeu como presidente era bem pior. É uma coisa bem espantosa saber que a Argentina tinha tudo para ser um super potência, até maior que o Brasil, e só não foi por causa desse pedófilo sem preparo nenhum para ser presidente.
Bem é isso, não vou entrar em tantos detalhes para não gerar spoilers. Que se interessar procure o livro. Boa leitura para os corajosos
Leitura inicia dia 22/01/2012, terminada em 25/01/2012. O livro contém 335 páginas.

domingo, 22 de janeiro de 2012

As melhores histórias da Mitologia Nórdica

    A mitologia nórdica refere-se às crenças de povos que habitaram, nos tempos pré-cristãos, os atuais países escandinavos como Noruega, Suécia e Dinamarca, além da Islândia. Também muito difundida na Alemanha, que foi sua grande divulgadora.
    O livro é divido em duas partes, sendo que a primeira destina-se a fazer uma viagem curta pelas histórias dos deuses nórdicos. Logo de inicio o primeiro capítulo nos mostra a criação dos nove mundos, desde sua formação até onde cada raça ficaria.  Seguindo de algumas aventuras e perigos que as divindades sempre se metiam sendo uns dos sempre presentes: Odin, Thor, Loki. Também é importante citar aqui a incrivelmente triste história de amor entre Sigurd (mais popularmente conhecido como Siegfried) e Brunhilde.  Fazendo uma breve análise não pude deixar de notar os sentimentos humanos que estes deuses possuem e por me fazer lembrar que os deuses olimpianos comungam desses mesmos sentimentos terrenos. Não sei se existe alguma relação com isso, mas eu não conseguia parar de pensar nos deuses gregos lendo esse livro. E uma grande questão que eu tiro do livro: ”Por que os deuses pagãos parecem mais humanos que o Deus cristão?”
A segunda parte, que eu achei ainda melhor que a primeira, trata da trama do “Anel dos Nibelungos”. Em que tal jóia foi forjada na ambição da ganância e luxúria carrega uma maldição que traz ao seu portador as mais desmedidas desgraças e como infortúnio o criador de tal preciosidade não foi poupado das artimanhas do anel. Não poupando nem deuses, gigantes e homens.  Nesta segunda parte do livro também conta de outra forma, mas não tão diferente, a desafortunada história de Siegfried e Brunhilde e que em nenhuma das partes o causa tem um final feliz (Que eu acho muito legal, não por gosta da desgraça alheia, mas por não cair no clichê do feliz para sempre.)
    Para quem gosta desse tipo de leitura, esse livro é essencial, que mostra um pouco de outras culturas e o modo como elas imaginavam seus deuses. Eu sou um fã dessa mitologia apesar de ser o primeiro livro que leio.  Fica a dica então.  Boa leitura para quem se interessar. ;]





Leitura iniciada no dia 15/01/2012 e terminada no dia 22/01/2012, o livro contém 326 páginas.

domingo, 15 de janeiro de 2012

1808


   O livro 1808 retrata um dos episódios, talvez um dos mais importantes, da história de Brasil e Portugal. A monarquia portuguesa ameaçada pelas tropas de Napoleão e orientada pela Inglaterra a deixar Portugal decide então que a única alternativa que tinham era a de deixar a metrópole portuguesa e embarcar para sua colônia, Brasil.
   Nunca antes uma família real tinham pisado em alguma de suas colônias, porém é nesta trama que D. João VI salva sua dinastia e também consolida a condição de nação a sua colônia Brasil. Instalados na cidade do Rio de Janeiro D. João reina em Portugal e Brasil. Outra questão importante para sua estadia é a sustentação dessa monarquia, com a pensão que ricos comerciantes, escravistas se empanhavam como muita satisfação e não menos desinteressada. Tal custeamento não era tão inocente, em troca dessas pensões D. João distribuía avidamente títulos de nobreza a uma sociedade rica e sem um pingo de refinamento e cultura.
   Com a derrota do Imperador Napoleão Bonaparte na batalha de Waterlloo, a Europa fica livre para que as suas monarquias por direito retornem aos seus palácios. No entanto D. João VI resolve permanecer no Brasil, sabendo que se o deixasse as ideias revolucionárias de independência espanhola tomaria conta da sociedade. Por pressão da elite portuguesa D. João revolve retorna a Portugal mais sem antes delegar ao príncipe D. Pedro I o reino do Brasil.


Leitura iniciada em 10/01/2012 à 15/01/2012, o livro possui 408 páginas.

terça-feira, 10 de janeiro de 2012

Filhos do Éden - Herdeiros de Atlântida

    Filhos do Éden remontam uma série de fatos que antecede a trama do livro A batalha do Apocalipse, onde alguns questionamentos são respondidos e outros levantados.
A aventura acontece com personagens que geralmente estão na linha de frente das batalhas, ou seja, o autor tenta nos inserir uma visão panorâmica de todo esse universo que envolve os dois livros. 
A ação envolve Kaira, uma celeste cuja perda da memória a faz pensar ser uma mortal; Denyel, um querubim exilado, que antes trabalhava como assassino para o temível arcanjo Miguel e ao encontrar Kaira vê uma oportunidade de redenção para seus atos nefastos;  Urakin, outro destemido querubim, soldado das fileiras do arcanjo Gabriel; e Levih, da casta ofanins(por difinição do autor, são os anjos da guarda).
    Com a missão designada pelo arcanjo Gabriel, juntos eles têm a importante missão de encontrar a cidade perdida, Atlântida, que é a chave para uma possível chance ao arcanjo Miguel por um fim a essa guerra celeste, impondo sua ditadura sob todo o céu.


   O livro foi inciado em 06/01/2012 e terminado em 10/01/2012, contendo 473 páginas.

sexta-feira, 6 de janeiro de 2012

Apologia da História ou o ofício de históriador

  O livro "Apologia da história ou ofício do historiador" é um brilhante trabalho de Marc Bloch. Nela fica claro, até pelo título, que deveria ser uma leitura obrigatória para a formação do historiador. Esse compêndio é disposto em cinco capítulos, sendo que o quinto não foi terminado devido aos infortúnios do destino do autor.
  Sintetizando o livro, que busca a criação de um novo método para se conceber a História através da interdisciplinaridade com outras ciências sociais e um análise dos problemas que busca uma problemetização maior em relação aos dados históricos e não se prendendo tanto detalhes dessa investigação.



Qualquer questionamento sinta-se a vontade para entrar em contato. A leitura do livro foi iniciado no dia 01/01/2012 e terminada em 06/01/2012, contendo o total de 159 páginas.